Desisto?
o que ontem me levava às núvens hoje me corrói as entranhas.
em vão vomito palavras para esconder a fraqueza,
mascarar a vontade que me aperta,
e ansiedade que me tira a respiração.
a mão tocada foge.
a que me conduz aflita pela rua,
me arrepia.
Me encontro nos seus olhos
que fogem à incerteza.
O silêncio me arrepia.
cala, dói.
Prova de que as entranhas continuam a ser corroídas,
a cabeça continua confusa,
e a certeza continua abstrata.
Desisto?
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