quinta-feira, 30 de abril de 2009

mudança.

Se uma palavra pudesse definir realmente o que mudou neste ultímo ano, esse meu décimo sétimo ano vivido, e daki dez minutos o inicio do décimo oitavo está vindo, essa palavra seria mudança.
Posso me basear simplesmente no dia de hoje.
De certa maneira siginificativo.

Minha cabeça mudou.
Minhas amizades tornaram-se realmente fortes.
Meus amores passaram a ser mais abstratos que palpáveis.
Minha grande paixão é totalmente outra, se ainda é.
Meu tipo de lazer é diferente, há um ano não faria uma compra como a que fiz hoje.

Enxergo tudo e todos com olhos mais maduros, mais tristes.
Porém, me sinto mais feliz, realizado comigo mesmo até este momento.
Um ano difícil ainda vira pela frente, isso tenho certeza.
Começa agora a entrar na minha cabeça realmente o que quero da vida, quais caminhos tomar e que eu realmente tenho que estudar.
Mantenho meus ideais.
Os pensamentos são do mesmo Miguel vistos de maneiras mais diversas e completas.

Perdas e tristezas me ensinaram muito.
e a própria reflexão e o poder saber em quem confiar já me deixa feliz.



po, parei d escrever na metade.
agora já tenho 17.
blog é coisa de viado porra ! haha

quinta-feira, 23 de abril de 2009

desabafo ao ar.

conclusão:
a minha conformidade só se deu quando coloquei em minha cabeça que tudo aquilo era causado pela loucura.

claro que é brincadeira.
mas é quase real.

A loucura de todos, das pessoas, das próximas, das bem próximas, das que se acham próximas, das distantes, das constantes, das que estão mais próximas do que você imaginou.
A loucura da vida, das coisas, do desenvolvimento, de todo aquele papo tecnofóbico que eu digo ser/ter, isso já me afetava.
A minha loucura.
A minha capacidade de fazer coisas das quais não me arrependo,mas me orgulho, mas não são um exemplo. Não são passos a serem seguidos de forma alguma. Mas são coisas que me lembrarei, contarei, e me divertirei.

A loucura do amor.
Parece tão poético, mas acho que o amor acalma, faz raciocionar, faz pensar o que de bom se faz e se recebe.
Meu amor é abstrato como o de todos, gostaria de vê-lo materializado como o via há pouco tempo.
Acredito que ainda não perdeu sua forma, sua essência, mas seu calor foi minguando. Mas dessa vez, especialmente, desgastou. Desgastou devido à inconformidades, à explicações confusas e que envolviam pessoas das quais eu nem sequer me importava.
Desgastou porque ela, acima de tudo,o quis assim.
Resistente.
Distante.
Frio.
Só.

'As lembranças se entrelaçam e fazem sentir, até o momento que viram memórias e se tornam insensíveis.'

Não se torne uma lembrança.
Don't let it die.

ah, uma jose cuervo, amigos e boa música são a solução, o placebo de melhor qualidade pra todos os males.

segunda-feira, 30 de março de 2009

ideologia.

o título me lmebrou uma música do Cazuza:
'ideologia, que quero uma pra viver.'

realmente, somos, segundo meu grande prof. história Frank, uma geração sem líderes ideólogicos a serem seguidos.
Quem são aqueles aos quais procuramos nos espelhar?
Pense em um, um sequer.
A pergunta, quando a mim dirigida, causou certa confusão, mas um nome apenas me veio à cabeça:
Albert Einsten.
Não sei se foi porque li um livro de seus pensamentos políticos, ou se suas idéias realmente me afetaram, mas este austríaco tem algo que realmente eu procuro me espelhar, um tipo de filosofia, modo vital de pensar.
A evolução do ser humano, como pessoa, e a paz em que ele deve viver, são essenciais, sendo que a ciência tem papel inicial nessa evolução e principalmente na busca pela paz.
O físico decepcionou-se absurdamente ao ver sua descoberta, a fusão nuclear, sendo utilizada como arma para matar milhares de civis.
Temos que ter em nossas vidas líderes como Einsten, que posso observar, ler suas idéias absorver sua mensagem principal, de tratar bem o ser humano, a vida, pois a morte não deve ser tratada com um número, uma mera banalização consequente da guerra.
Cada morte, cada perda tem mãe, pai, namorada, casa, filho.

Não devemos de jeito nenhum nos conformar!
Contestem!
Retomem os valores de seus atenpassados que nasceram nas déc de 50,60,70.
Briguem pela sua liberdade, pela SUA concepção, seja ela baseada em líderes conhecidos, ou espelhados em grandes idéias.
Tenha base para tudo isso, não conteste por contestar.
Conteste, trabalhe e viva para mudar o errado, preservar o certo, enfim, para o bem-estar geral da humanidade.

Estudantes, levantem.
We cannot be a lazy generation.





já sabe: tudo aquilo que está pensando agora é história.
assim como aquele lugar, aquelas lembranças.
mas o sentimento é outro, de outro lugar, de outras lembranças.
correlacionam-se, resultam em um leve sorriso.
pensa na tal dita história.
que vale?

pensamentos de dias atrás.

sábado, 28 de março de 2009

old fellows.

apesar dos fatos em si,
foi ótimo olhar para o lado, ver dois grandes amigos, aqueles que estão junto contigo há anos, e comentar com aquele que estuda com você faz 14 anos:
'Acho que hoje, todo mundo se fudeu, mas foi muito bom.'

foi sim, só pelo tom de voz, só pelo sorriso em nossos rostos.
não quero perder isso, esse tipo de amizade, essa relação com o próximo, de a diversão é apenas em estar junto, estar fazendo da ocasião uma coisa única.
fazia tempo que não ria assim, naturalmente, da própria desgraça e da coletiva.

consequências são inevitáveis, esperadas.
desde quando o homem pensou nas consequências?

OBS: buddy guy, são paulo, 27/03/2009 = perfeito.
'Sit down, sit down, I want to play all night for you guys, I love you São Paulo.'

quarta-feira, 25 de março de 2009

did it work?

nope.
aproveitar a vida, dizendo foda-se pra tudo, tudo mesmo.
é um espécie de lifestyle, diga-se de passagem, muito bom.
poupando-vos de detalhes mais sórdidos, apenas desajaria concluir uma idéia, um conceito:
'o que fazer quando se vê necessário perder algo/alguém que se ama, a(o) qual você faria tudo, uma vez que se percebe a falta de reciprocidade, uma vez que se deixa de acreditar no objetivos antes almejados, mesmo tendo consciência da obscuridade de tais.'

perder é necessário, e isso acho que está entrando em minha cabeça.
lutar e perder é realmente melhor do que nunca ter lutado?
pergunte aos derrotados.

obs: o sentido de perda despreende em consequêcia a derrota?

e ela está ali, atravessando a rua, e eu tenho medo apenas de lhe falar um 'oi'.

domingo, 22 de março de 2009

doesn't matter how much good you have done.
the evil that men do, is what lives on.

'I would bleed for her, If could just see her now.'

iron às vezes é bem...
sentimental?