Simplesmente escrevo para desabafar simples e concisamente.
Certas pessoas deviam olhar ao seu redor e reparar que a vida não um mundo por elas criado, ou que o mundo não obedece aos seus desejos e às suas vontades.
Certas pessoas deveriam compreender que certas instiuições se dedicam e, sobretudo se comprometem, ao ensino que, por sua vez, é algo que deve ser passada de maneira correta, seguindo filosofias, metodologias e práticas jpa instiuídas.
Onde eu quero chegar é que não há motivos que justifiquem alguém querendo se mostrar superior, técnica ou fisicamente, degradar uma arte em prol de satisfação plenamente pessoal.
A aprendizagem se baseia no comprtilhamento e respeito.
Respeito, é o que lhes falta afinal.
Certas pessoas deviam perceber quais são seus devidos lugares e entender que quem as cerca já estão cansados da falta de pertinência de consequente degradação moral que o convivívio com tais indivíduos proporciona.
Por favor, respeitem.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
grey.
Colore-se para destacar-se no cinza da cidade, no cinza da névoa, no cizna da fumaça.
Colore-se para ser diferente, ser único.
E agora?
O que somos?
Cinzas?
Colore-se para ser diferente, ser único.
E agora?
O que somos?
Cinzas?
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
levando.
'Meu sonho virou saudade,
minha cara só tem mistério,
meu riso anda sem vontade,
não brinco
é sério,
é sério.'
'Meu amor mora em ti todo bem que em mim nasceu.
Por favor me escuta e volta pra desatar esse nó que é teu.'
direitos autorais a um amigo.
mas as palavras caem perfeitamente ao que não consigo expressar por conta própria.
'O vento que fica um dia vai embora.'
força. força.
'ele cai, mas se levanta' um dia ela escreveu.
minha cara só tem mistério,
meu riso anda sem vontade,
não brinco
é sério,
é sério.'
'Meu amor mora em ti todo bem que em mim nasceu.
Por favor me escuta e volta pra desatar esse nó que é teu.'
direitos autorais a um amigo.
mas as palavras caem perfeitamente ao que não consigo expressar por conta própria.
'O vento que fica um dia vai embora.'
força. força.
'ele cai, mas se levanta' um dia ela escreveu.
sábado, 15 de agosto de 2009
como gosto.
É, durou duas semanas a mais que o planejado.
Férias.
Sinceramente, as mais estranhas, e isso é fato compravado.
Sinto-me aproveitando o que me resta neste meu décimo oitavo ano de vida que vai se passando, me sinto jovem, experimento o mundo e o mundo responde.
Sou sincero, encaro-o de frente, escolho as coisas das quais não tenho porque me arrepender, perto de pessoas que me querem ber.
Sendo expulso de festas, andando pela madrugada, conhecendo pessoas, tirando fotos, guardando momentos em minha mente, ou acelerando com algumas gotas de etanol.
Orgulho-me dessa ultima semana, nunca me senti com tãos bons amigos.
Estou feliz.
e esse post não é pra mais ninguém além de mim.
E um sincero agradecimento pelos que estiveram presentes nestes dias.
Vivemos num mundo em que não se pode parar, em que não se respira com tranquilidade, one eu, pelo menos, encontro a calma e a paz em meio a olhares, toques, risadas.
São inevitáveis momentos de reflexão, de introspecção, onde a solidão torna-se necessária para nos conhecermos.
Mas podemos nos conhecer vendo nosso reflexo naqueles à nossa volta.
E podemos, acima de tudo dizer que neles confiamos.
Afinal, o que seria eu, sem eles e elas comigo?
Seria algo entre nada e porra nenhuma, como costumo dizer.
Férias.
Sinceramente, as mais estranhas, e isso é fato compravado.
Sinto-me aproveitando o que me resta neste meu décimo oitavo ano de vida que vai se passando, me sinto jovem, experimento o mundo e o mundo responde.
Sou sincero, encaro-o de frente, escolho as coisas das quais não tenho porque me arrepender, perto de pessoas que me querem ber.
Sendo expulso de festas, andando pela madrugada, conhecendo pessoas, tirando fotos, guardando momentos em minha mente, ou acelerando com algumas gotas de etanol.
Orgulho-me dessa ultima semana, nunca me senti com tãos bons amigos.
Estou feliz.
e esse post não é pra mais ninguém além de mim.
E um sincero agradecimento pelos que estiveram presentes nestes dias.
Vivemos num mundo em que não se pode parar, em que não se respira com tranquilidade, one eu, pelo menos, encontro a calma e a paz em meio a olhares, toques, risadas.
São inevitáveis momentos de reflexão, de introspecção, onde a solidão torna-se necessária para nos conhecermos.
Mas podemos nos conhecer vendo nosso reflexo naqueles à nossa volta.
E podemos, acima de tudo dizer que neles confiamos.
Afinal, o que seria eu, sem eles e elas comigo?
Seria algo entre nada e porra nenhuma, como costumo dizer.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
séria.
A noite me observa enquanto lembro lentamente das letras de uma música.
Uma que me assustou pela beleza e simplicidade.
Que me é a única que toca diretamente naquilo que mora nas minhas entranhas e me diz que algo está errado.
Que me instigam por onde andam as palavras que antes eram palpáveis e sorrios que eram verdades?
Que me fala para tentar ao menos uma vez dizer.
Dizer aquilo que quero contra minha própria vontade.
É sério.
Uma que me assustou pela beleza e simplicidade.
Que me é a única que toca diretamente naquilo que mora nas minhas entranhas e me diz que algo está errado.
Que me instigam por onde andam as palavras que antes eram palpáveis e sorrios que eram verdades?
Que me fala para tentar ao menos uma vez dizer.
Dizer aquilo que quero contra minha própria vontade.
É sério.
domingo, 2 de agosto de 2009
inconsciente.
disse em uma conversa sem importância:
'eu acredito no amor'.
o problema não foi dizer, foi em surpreender-se em tê-lo dito.
'eu acredito no amor'.
o problema não foi dizer, foi em surpreender-se em tê-lo dito.
terça-feira, 28 de julho de 2009
vacation soundtrack.
''You don't understand me
But if the feeling was right, you might comprehend me
And I don't claim to understand you
But I've been looking around, and I haven't found anybody like you.
And there's always another point of view
A better way to do the things we do
And how can you know me and I know you?
If nothing is true?''
The racounteurs, You don't understand me.
essa é boa.
But if the feeling was right, you might comprehend me
And I don't claim to understand you
But I've been looking around, and I haven't found anybody like you.
And there's always another point of view
A better way to do the things we do
And how can you know me and I know you?
If nothing is true?''
The racounteurs, You don't understand me.
essa é boa.
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