'Meu sonho virou saudade,
minha cara só tem mistério,
meu riso anda sem vontade,
não brinco
é sério,
é sério.'
'Meu amor mora em ti todo bem que em mim nasceu.
Por favor me escuta e volta pra desatar esse nó que é teu.'
direitos autorais a um amigo.
mas as palavras caem perfeitamente ao que não consigo expressar por conta própria.
'O vento que fica um dia vai embora.'
força. força.
'ele cai, mas se levanta' um dia ela escreveu.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
como gosto.
É, durou duas semanas a mais que o planejado.
Férias.
Sinceramente, as mais estranhas, e isso é fato compravado.
Sinto-me aproveitando o que me resta neste meu décimo oitavo ano de vida que vai se passando, me sinto jovem, experimento o mundo e o mundo responde.
Sou sincero, encaro-o de frente, escolho as coisas das quais não tenho porque me arrepender, perto de pessoas que me querem ber.
Sendo expulso de festas, andando pela madrugada, conhecendo pessoas, tirando fotos, guardando momentos em minha mente, ou acelerando com algumas gotas de etanol.
Orgulho-me dessa ultima semana, nunca me senti com tãos bons amigos.
Estou feliz.
e esse post não é pra mais ninguém além de mim.
E um sincero agradecimento pelos que estiveram presentes nestes dias.
Vivemos num mundo em que não se pode parar, em que não se respira com tranquilidade, one eu, pelo menos, encontro a calma e a paz em meio a olhares, toques, risadas.
São inevitáveis momentos de reflexão, de introspecção, onde a solidão torna-se necessária para nos conhecermos.
Mas podemos nos conhecer vendo nosso reflexo naqueles à nossa volta.
E podemos, acima de tudo dizer que neles confiamos.
Afinal, o que seria eu, sem eles e elas comigo?
Seria algo entre nada e porra nenhuma, como costumo dizer.
Férias.
Sinceramente, as mais estranhas, e isso é fato compravado.
Sinto-me aproveitando o que me resta neste meu décimo oitavo ano de vida que vai se passando, me sinto jovem, experimento o mundo e o mundo responde.
Sou sincero, encaro-o de frente, escolho as coisas das quais não tenho porque me arrepender, perto de pessoas que me querem ber.
Sendo expulso de festas, andando pela madrugada, conhecendo pessoas, tirando fotos, guardando momentos em minha mente, ou acelerando com algumas gotas de etanol.
Orgulho-me dessa ultima semana, nunca me senti com tãos bons amigos.
Estou feliz.
e esse post não é pra mais ninguém além de mim.
E um sincero agradecimento pelos que estiveram presentes nestes dias.
Vivemos num mundo em que não se pode parar, em que não se respira com tranquilidade, one eu, pelo menos, encontro a calma e a paz em meio a olhares, toques, risadas.
São inevitáveis momentos de reflexão, de introspecção, onde a solidão torna-se necessária para nos conhecermos.
Mas podemos nos conhecer vendo nosso reflexo naqueles à nossa volta.
E podemos, acima de tudo dizer que neles confiamos.
Afinal, o que seria eu, sem eles e elas comigo?
Seria algo entre nada e porra nenhuma, como costumo dizer.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
séria.
A noite me observa enquanto lembro lentamente das letras de uma música.
Uma que me assustou pela beleza e simplicidade.
Que me é a única que toca diretamente naquilo que mora nas minhas entranhas e me diz que algo está errado.
Que me instigam por onde andam as palavras que antes eram palpáveis e sorrios que eram verdades?
Que me fala para tentar ao menos uma vez dizer.
Dizer aquilo que quero contra minha própria vontade.
É sério.
Uma que me assustou pela beleza e simplicidade.
Que me é a única que toca diretamente naquilo que mora nas minhas entranhas e me diz que algo está errado.
Que me instigam por onde andam as palavras que antes eram palpáveis e sorrios que eram verdades?
Que me fala para tentar ao menos uma vez dizer.
Dizer aquilo que quero contra minha própria vontade.
É sério.
domingo, 2 de agosto de 2009
inconsciente.
disse em uma conversa sem importância:
'eu acredito no amor'.
o problema não foi dizer, foi em surpreender-se em tê-lo dito.
'eu acredito no amor'.
o problema não foi dizer, foi em surpreender-se em tê-lo dito.
terça-feira, 28 de julho de 2009
vacation soundtrack.
''You don't understand me
But if the feeling was right, you might comprehend me
And I don't claim to understand you
But I've been looking around, and I haven't found anybody like you.
And there's always another point of view
A better way to do the things we do
And how can you know me and I know you?
If nothing is true?''
The racounteurs, You don't understand me.
essa é boa.
But if the feeling was right, you might comprehend me
And I don't claim to understand you
But I've been looking around, and I haven't found anybody like you.
And there's always another point of view
A better way to do the things we do
And how can you know me and I know you?
If nothing is true?''
The racounteurs, You don't understand me.
essa é boa.
domingo, 19 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
It goes by.
O meio das férias sempre me surpreende, não mais que o final que está para chegar, mas esse tempo em que me encontro é bom para reflexôes, pois são madrugadas em claros, fotos revisistadas, músicas que se ouve.
Pensamentos que ecoam.
Sim, ecoam porque organizados não estão, de maneira alguma.
Surgem e flutuam no olhar perdido do devaneio por segundos e muitos morrem no esquecimento da memória.
Divirto-me em pensar que tudo que penso é mentira, ou está errado, afinal, como é possível tantas conjecturas certas, assim seria eu algo mais que um humano.
Penso como meus pensamentos tem o poder sobre o sentimento, sobre a própria alma.
Eles divertem a alma, que se aflinge com a reflexão existencial e fortalece-se com a ausência de pensamentos, a concentração total.
Penso, enquanto fotos antigas caminhavam frente aos meus olhos, que a saudade pode surgir à qualquer momento, e se dá em momentos totalmente sem explicações. A saudade, coisa tão rara de ser sincera, é algo que posso realmente sentir, e sei que é um sentimento que tenho apurado.
É estranho imaginar como somos capazes de sentir algo por alguém que está ausente, que não podemos tocar ou ouvir a voz ou o que seja. Mas que podemos sentir falta daquele que está a poucos metros de você, mas são ausentes um ao outro, a voz de um o outro não mais tem como porto seguro de aflições.
São palavras afinal, e valem elas menos que imagens?
São elas as definidoras do que se vê, não podem menos valer se por igual sentem.
Por igual fazem sentir.
Por igual mentem, isso é verdade também.
A verdade é rara e são poucos os olhos que posso vê-la.
As imagens então nada valem, onde as palavras podem ter mais poder, se utilizadas de maneira certa, com seu valor, seu sentimento, sua verdade, ou sua capacidade de fazer acreditar, a imagem morre.
Ou morre, ou é capaz de sar de seu plano e valer a realidade.
Quantas fotos não vivem?
Quantas vidas não morrem devido a imagens?
Mas quantos são os imortais pelas palavras?
Gostaria de ter o simples poder de maaterializar instantes para a eternidade, como pequenos filmes aos quais pudesse revisitar, e viver segundos daquilo de novo.
Especialmente hoje, gostaria de voltar pra uma certa varanda, com uma certa pessoa, onde eu pude sentir um amor verdadeiro, palavras que naquele momento eram a verdade, olhares que eram a vida.
Em palavras agora caminho na dúvida.
Em imagens ressurgem saudades.
Em sentimentos me perco em imagens, sons, e pensamentos translúcidos, uótpicos e no final, tristes.
E levam comigo os dias, que me apresentam novas velhas maneiras de viver, sem a aflição e a complexidade de sentir.

parabéns pro beto e pro gu.
agoram podem ser presos, viados !
Pensamentos que ecoam.
Sim, ecoam porque organizados não estão, de maneira alguma.
Surgem e flutuam no olhar perdido do devaneio por segundos e muitos morrem no esquecimento da memória.
Divirto-me em pensar que tudo que penso é mentira, ou está errado, afinal, como é possível tantas conjecturas certas, assim seria eu algo mais que um humano.
Penso como meus pensamentos tem o poder sobre o sentimento, sobre a própria alma.
Eles divertem a alma, que se aflinge com a reflexão existencial e fortalece-se com a ausência de pensamentos, a concentração total.
Penso, enquanto fotos antigas caminhavam frente aos meus olhos, que a saudade pode surgir à qualquer momento, e se dá em momentos totalmente sem explicações. A saudade, coisa tão rara de ser sincera, é algo que posso realmente sentir, e sei que é um sentimento que tenho apurado.
É estranho imaginar como somos capazes de sentir algo por alguém que está ausente, que não podemos tocar ou ouvir a voz ou o que seja. Mas que podemos sentir falta daquele que está a poucos metros de você, mas são ausentes um ao outro, a voz de um o outro não mais tem como porto seguro de aflições.
São palavras afinal, e valem elas menos que imagens?
São elas as definidoras do que se vê, não podem menos valer se por igual sentem.
Por igual fazem sentir.
Por igual mentem, isso é verdade também.
A verdade é rara e são poucos os olhos que posso vê-la.
As imagens então nada valem, onde as palavras podem ter mais poder, se utilizadas de maneira certa, com seu valor, seu sentimento, sua verdade, ou sua capacidade de fazer acreditar, a imagem morre.
Ou morre, ou é capaz de sar de seu plano e valer a realidade.
Quantas fotos não vivem?
Quantas vidas não morrem devido a imagens?
Mas quantos são os imortais pelas palavras?
Gostaria de ter o simples poder de maaterializar instantes para a eternidade, como pequenos filmes aos quais pudesse revisitar, e viver segundos daquilo de novo.
Especialmente hoje, gostaria de voltar pra uma certa varanda, com uma certa pessoa, onde eu pude sentir um amor verdadeiro, palavras que naquele momento eram a verdade, olhares que eram a vida.
Em palavras agora caminho na dúvida.
Em imagens ressurgem saudades.
Em sentimentos me perco em imagens, sons, e pensamentos translúcidos, uótpicos e no final, tristes.
E levam comigo os dias, que me apresentam novas velhas maneiras de viver, sem a aflição e a complexidade de sentir.

parabéns pro beto e pro gu.
agoram podem ser presos, viados !
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