o egoísmo que mora dentro dos nosso âmago é tão forte que nos embaça a visão, embaralha pensametos e confunde decisões.
às vezes tenho que parar e me conformar que foi isso que escolhi.
sou reflexo dos meus atos.
sou espelho das minhas açôes.
me vejo pelos outros de uma maneira que não gostaria de ser visto,
está na hora de estar, de provar minhas exitência,
de parar e entrar em conflito com minha mente.
Minhas reflexões resultam sem respostas,
minha linearidade irregular enfrquecida.
Eu acho que preciso te ver, não sei a explicação da calma que você me traz.
Só de um abraço nada mais,
quero tuas palavras somente.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
hoje eu quero sair só.
Hoje eu me olho e vejo a insegurança.
Caminho em passos indecisos por onde vejo pessoas que parecem tão decididas.
Vejo em volta de mim um grupo da qual não sei se pertenço.
Sinto que a vida é um trilha para ser seguida solo.
Algo dentro de mim sabe que seremos cada vez mais tristes e solitários daqui para frente.
Tenho tanto medo.
Acho que até posso sentir o gosto dele quando não o sai da minha cabeça, pude sentir nos grãos de arroz e na água que bebi.
Pude sentir na ausência.
Hoje irei dormir só.
Como nunca estive.
Só de alma, longe de todos.
Não pude hoje sentir a tranquilidade, apenas o medo.
Não pude hoje apreciar da paz, apenas do azedume do mundo exterior.
Me encontro nessas palavras para passar minha aflição, que surgida de maneira inesperada numa tarde vazia, resolve me atormentar como poucas já me atormentaram.
Na minha imagem no espelho enxergo o cansaço de um mente sem descanso.
Enxergo a insegurança do pessimismo.
Estou atrás de uma paz inalcansável e da qual o tempo só tornará distante e utópica.
Veem em meu rosto a solidão, a indecisão.
Para que serve isso com o que acordei hoje, esse peso na alma, essa tempestade metafísica da qual não consigo esquecer?
Caminho em passos indecisos por onde vejo pessoas que parecem tão decididas.
Vejo em volta de mim um grupo da qual não sei se pertenço.
Sinto que a vida é um trilha para ser seguida solo.
Algo dentro de mim sabe que seremos cada vez mais tristes e solitários daqui para frente.
Tenho tanto medo.
Acho que até posso sentir o gosto dele quando não o sai da minha cabeça, pude sentir nos grãos de arroz e na água que bebi.
Pude sentir na ausência.
Hoje irei dormir só.
Como nunca estive.
Só de alma, longe de todos.
Não pude hoje sentir a tranquilidade, apenas o medo.
Não pude hoje apreciar da paz, apenas do azedume do mundo exterior.
Me encontro nessas palavras para passar minha aflição, que surgida de maneira inesperada numa tarde vazia, resolve me atormentar como poucas já me atormentaram.
Na minha imagem no espelho enxergo o cansaço de um mente sem descanso.
Enxergo a insegurança do pessimismo.
Estou atrás de uma paz inalcansável e da qual o tempo só tornará distante e utópica.
Veem em meu rosto a solidão, a indecisão.
Para que serve isso com o que acordei hoje, esse peso na alma, essa tempestade metafísica da qual não consigo esquecer?
segunda-feira, 6 de julho de 2009
mãos.
Inquietas,
tentavam pela enésima vez estalar os dedos que já que se quase quebravam sobre a superfície de madeira.
O barulho dos dedos no banco era o único que se ouvia naquele local sacro, sagrado.
Seus pensamentos entraram numa tormenta que apenas o silêncio tornou possível.
Arrepiava-se e não era o frio, era algo.
Alguém.
Maior, tinha certeza.
Procura em si mesmo a crença, sabe que a fé existe, ela é essencial.
E será cada vez, cada vez mais, e mais essencial.
É preciso se encontrar numa geração tão perdida, louca, a qual se sente cada vez menos encaixado.
Deseja a sabedoria.
A sabedoria o agracia com a ignorância de não saber.
O dever de viver a vida por viver.
O prazer, o medo, de viver a vida por viver.
Olhou novamente para suas mãos.
Pareciam inchadas, pareciam já mais velhas,
mãos que tinham alguma história.
Percebeu que o tempo passava pra ele também.
Decidiu-se.
Toca àquela que mais ama, e sempre amará.
E não deseja mais nada naquele momento, do que seu colo.
Ela é tão mais forte, tão mais sábia, agradece por poder ouvir àquelas palavras.
Entende porém, que ela também é humana.
Mas ela é certamente um humano a se destacar.
Quer que ela saiba que ele não é só mais um daquela juventude perdida.
Exercita sua fé acima de tudo.
Ps: Feliz aniversário Zeca.
Ele nunca vai ler isso, mas só pra registrar que eu gosto dele só pra porra.
tentavam pela enésima vez estalar os dedos que já que se quase quebravam sobre a superfície de madeira.
O barulho dos dedos no banco era o único que se ouvia naquele local sacro, sagrado.
Seus pensamentos entraram numa tormenta que apenas o silêncio tornou possível.
Arrepiava-se e não era o frio, era algo.
Alguém.
Maior, tinha certeza.
Procura em si mesmo a crença, sabe que a fé existe, ela é essencial.
E será cada vez, cada vez mais, e mais essencial.
É preciso se encontrar numa geração tão perdida, louca, a qual se sente cada vez menos encaixado.
Deseja a sabedoria.
A sabedoria o agracia com a ignorância de não saber.
O dever de viver a vida por viver.
O prazer, o medo, de viver a vida por viver.
Olhou novamente para suas mãos.
Pareciam inchadas, pareciam já mais velhas,
mãos que tinham alguma história.
Percebeu que o tempo passava pra ele também.
Decidiu-se.
Toca àquela que mais ama, e sempre amará.
E não deseja mais nada naquele momento, do que seu colo.
Ela é tão mais forte, tão mais sábia, agradece por poder ouvir àquelas palavras.
Entende porém, que ela também é humana.
Mas ela é certamente um humano a se destacar.
Quer que ela saiba que ele não é só mais um daquela juventude perdida.
Exercita sua fé acima de tudo.
Ps: Feliz aniversário Zeca.
Ele nunca vai ler isso, mas só pra registrar que eu gosto dele só pra porra.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
interno.
Tenho agora minhas entranhas num embaralhar sem fim.
Um curral no qual se debatem cabeças e chifres.
Sinto um enjoo brando de mistura de Coca e algumas fatias de pão.
Minha cabeça certamente não está aqui, ou será meu coração, ou será o lugar onde se é capaz de sentir.
Ele está em mnutenção, longe, ou zombando de mim.
Sinto o suor frio.
A inquietação das próprias pernas que se mechem sem se locomoverem.
A mão que digita é levada a boca mais do que as palavras que escreve dali saem.
Vomita no espaçao branco, infinito, o que realmente não pensa,
pois não pensa.
Quer agora esquecer da angústia, ouviu agora há pouco o seu próprio medo.
E sente agora, mais que tudo, ele próprio, temeroso, debruçando sobre suas costas e alarmando seu pensamento.
Melhor, apagando seu pensamento.
Insegurança.
Indecisão.
Inquietude.
As mãos vomitam do coração a palavra 'estúpido'.
Passam-se minutos e percebe que em nada pensava.
Adianta-se a admitir que aqui só escreve porque procura por meio desses ínfimos argumentos alguma conclusão.
Ele precisa entender o motivo pelo qual se encontra dessa maneira.
Ou na verdade o sabe, mas teme que esteja certo.
Quer errar.
Quer que a lágrima prestes a sair volte ao olho.
Quer repitir as mesmas palavras, alto, com eloquência.
Percebe que se corrói na própria omissão, mas ué, não as ja sabe? Já sabe que aquilo tudo é verdade, que na verdade foi só um mal entendido, que ele, por deus, gosta tanto que é capaz de tanto por tanto.
Arrepia-se, é o frio.
Não, é o pensamento. Inútil frente ao passado.
Percebe claramente que mudou o foco narrativo,
dane-se.
Talvez esteja tentando curar o além de si.
passam-se 10 minutos.
o mundo passa por sua cabeça.
as chances, possibilidades, o futuro.
ele não se importa,
life is now.
Our time is now.
Mine and yours.
Our love is now.
Um curral no qual se debatem cabeças e chifres.
Sinto um enjoo brando de mistura de Coca e algumas fatias de pão.
Minha cabeça certamente não está aqui, ou será meu coração, ou será o lugar onde se é capaz de sentir.
Ele está em mnutenção, longe, ou zombando de mim.
Sinto o suor frio.
A inquietação das próprias pernas que se mechem sem se locomoverem.
A mão que digita é levada a boca mais do que as palavras que escreve dali saem.
Vomita no espaçao branco, infinito, o que realmente não pensa,
pois não pensa.
Quer agora esquecer da angústia, ouviu agora há pouco o seu próprio medo.
E sente agora, mais que tudo, ele próprio, temeroso, debruçando sobre suas costas e alarmando seu pensamento.
Melhor, apagando seu pensamento.
Insegurança.
Indecisão.
Inquietude.
As mãos vomitam do coração a palavra 'estúpido'.
Passam-se minutos e percebe que em nada pensava.
Adianta-se a admitir que aqui só escreve porque procura por meio desses ínfimos argumentos alguma conclusão.
Ele precisa entender o motivo pelo qual se encontra dessa maneira.
Ou na verdade o sabe, mas teme que esteja certo.
Quer errar.
Quer que a lágrima prestes a sair volte ao olho.
Quer repitir as mesmas palavras, alto, com eloquência.
Percebe que se corrói na própria omissão, mas ué, não as ja sabe? Já sabe que aquilo tudo é verdade, que na verdade foi só um mal entendido, que ele, por deus, gosta tanto que é capaz de tanto por tanto.
Arrepia-se, é o frio.
Não, é o pensamento. Inútil frente ao passado.
Percebe claramente que mudou o foco narrativo,
dane-se.
Talvez esteja tentando curar o além de si.
passam-se 10 minutos.
o mundo passa por sua cabeça.
as chances, possibilidades, o futuro.
ele não se importa,
life is now.
Our time is now.
Mine and yours.
Our love is now.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
maybe.
I do wanna go to the seaside.
I do wanna be in a time I can really show what is now hidden.
But time is now.
Now people are mad, people are quiet, people just don't care about you.
They don't.
And if you try looking around, maybe you'll be surprised.
Maybe he's not your friend,
or maybe she's not the one.
Or maybe he is you best friend, and she's more than you can really handle with.
Or maybe life is never a doubt.
Or maybe the world life express the idea of a living doubt:
Us.
I have chosen to care about someone.
Care is never engouh, or maybe it is just what it needs after all.
I do wanna be in a time I can really show what is now hidden.
But time is now.
Now people are mad, people are quiet, people just don't care about you.
They don't.
And if you try looking around, maybe you'll be surprised.
Maybe he's not your friend,
or maybe she's not the one.
Or maybe he is you best friend, and she's more than you can really handle with.
Or maybe life is never a doubt.
Or maybe the world life express the idea of a living doubt:
Us.
I have chosen to care about someone.
Care is never engouh, or maybe it is just what it needs after all.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
segmentado.
é assim.
em partes.
em pedaços.
que cada vez.
sentem mais do que
pensavam que iriam sentir.
tende ao infinito.
pena a vida tão curta pra tão grande o amor.
em partes.
em pedaços.
que cada vez.
sentem mais do que
pensavam que iriam sentir.
tende ao infinito.
pena a vida tão curta pra tão grande o amor.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
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